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Sobre

Atualizado em 17/08/17 10:54.

Sobre o Curso de Relações Públicas - UFG

 

A UFG foi criada em 1968. Jornalismo nasceu em 1966, passando a integrar em 1968 o
Instituto de Ciências Humanas e Letras – ICHL. Em 1970 foi criado o Departamento de
Comunicação e com ele nascia o projeto de ampliação da área, prevendo novas habilitações.
Assim foi que surgiu Relações Públicas, como habilitação, em 1975. A regulamentação de RP
no Brasil se deu em 1967, através da Lei 5377.


O primeiro professor a compor o quadro específico da área foi José da Costa Mota, formado
em Relações Públicas pela Universidade de Brasília – UNB. Ele entrou na UFG em 1973 para
lecionar em Jornalismo, na época em fase de regulamentação, precisando, portanto, de
professores com formação específica em comunicação. Ele foi um dos professores que
estruturaram Relações Públicas na UFG, aqui permanecendo por 30 anos.


A regulamentação do curso deu-se em 1979, tendo à frente o professor Hélio Furtado do
Amaral, então chefe do Departamento de Comunicação. Neste ano entrou em vigor o segundo
currículo do curso, sob uma perspectiva mais crítica, inclusive por ter sido discutido com uma
equipe multidisciplinar, com destaque para a participação de professores do curso de Ciências
Sociais. Através deste currículo é que foi introduzida a disciplina Projetos Experimentais, como
exigência do Conselho Federal de Educação.


Ao longo de seu processo de construção e aprimoramento, Relações Públicas teve cinco
currículos, o último deles em 2004. Em 2016, atendendo orientação do MEC para as IES,
concluiu-se a nova matriz curricular, que começou a ser cumprida no mesmo ano. Com
alterações consideráveis na formação do bacharelando, a nova matriz, além da
obrigatoriedade do estágio e o aumento da carga mínima para integralização do currículo,
ocasionou a principal mudança: Relações Públicas deixa de ser uma habilitação para ser um
curso de bacharelado, pertencente à grande área Comunicação, Ciências da Informação e
Arquivologia – área definida pelo CNPq.


Seguindo-se ao Professor Mota, os demais pioneiros do curso foram Jane Jorge Sarques,
Sidney Valadares Pimentel, Venerando Ribeiro de Campos, Ana Maria Brito, Walkiria Lopes
Trindade e Hélio Furtado do Amaral, mentor do reconhecimento do curso. Hoje, o curso ainda
abriga duas pioneiras, da segunda geração de professores: Lindsay Borges e Maria Francisca
Nogueira. A expansão do curso foi notável: hoje temos 14 professores efetivos, a maioria deles
com doutorado e dois professores substitutos.

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